
Diversas são as razões que levam os pais a fazerem tarefas que o filho poderia realizar de forma autônoma: alguns desconhecem o desenvolvimento infantil, outros acreditam que fazer pela criança é uma demonstração de amor, e existem aqueles que pensam ser função parental ajudar os filhos em tudo.
Quando bebês essas atitudes são primordiais para a sobrevivência, mas a medida em que a criança cresce é necessário que aprenda, de maneira gradual, o autogerenciamento e o autocuidado.
Porém, muitos pais não sabem que ao fazerem pelo filho, aquilo que ele é capaz de realizar sozinho, podem modelar repertórios comportamentais de dependência, passividade, baixa autoconfiança (acreditam que não possuem competência para fazer coisas por si mesmo) e baixa tolerância a frustração (não suportam os eventuais fracassos ao realizar ações pela primeira vez).

Quando bebês essas atitudes são primordiais para a sobrevivência, mas a medida em que a criança cresce é necessário que aprenda, de maneira gradual, o autogerenciamento e o autocuidado.
Porém, muitos pais não sabem que ao fazerem pelo filho, aquilo que ele é capaz de realizar sozinho, podem modelar repertórios comportamentais de dependência, passividade, baixa autoconfiança (acreditam que não possuem competência para fazer coisas por si mesmo) e baixa tolerância a frustração (não suportam os eventuais fracassos ao realizar ações pela primeira vez).
Viviane Santos – CRP 22/524
Psicóloga | Neuropsicóloga | Mestre em Psicologia
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